Retirado do blog do jornalista Renato Pompeu:
O jornal americano Los Angeles Times publica reportagem de Megan K. Stack que descreve um comício em Komarom, na Hungria, à beira do rio Danúbio, na fronteira com a Eslováquia, do Partido Jobbik, que com sua campanha contra os Roma (nome que os ciganos dão a si mesmos, sendo assim o seu nome politicamente correto) cresceu do nada até atingir 15 por cento dos votos húngaros para o Parlamento Europeu.
Milicianos desse partido neofascista usavam óculos escuros inteiriços, coletes de couro e botas de combate, tendo ao pescoço faixas listradas de branco e vermelho, semelhantes às usadas pelos pró-nazistas da Hungria nos anos 1930 e 1940. Entoavam cânticos como "Tomem as armas nas mãos. Esta é a última luta e vamos vencer. Persistência. Posso ter botas grandes. Você pode me atirar pedras. Mas ainda é o meu país, aqui fica meu berço".
Do milhão de ciganos húngaros dos anos 1930, 250 mil foram exterminados por nazistas húngaros e alemães, num Holocausto pouco divulgado. Os ciganos foram relativamente protegidos pelas autoridades húngaras durante o regime comunista.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Um herói do nosso tempo

CONVITE
SESSÃO DE CINEMA
Local: Auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH)/UFSC (ver mapa no final - entrada pela Carvoeira)
Data: 14 de outubro de 2009
Horário: 18h30
Ingresso: doação de um livro para a Campanha do Livro da Wizo/AIC, para ser entregue à Biblioteca da Comunidade Indígena Guaraní do Morro dos Cavalos
A AIC, em parceria com o Programa de Doutorado Interdisciplinar em Ciências Humanas da Universidade Federal de Santa Catarina, está promovendo uma sessão de cinema, com o premiado filme Um Herói do Nosso Tempo, do diretor Radu Mihaileanu, (2004), realização França/Israel.
Este filme recebeu os seguintes prêmios:
Festival de Berlim
Melhor filme:
Grande Prêmio do Júri
Grande Prêmio do Público
Prêmio do Júri Ecumênico
Festival de Copenhagen
Melhor filme
Melhor Roteiro
Sinopse:
Sholomo não escolheu onde ia nascer, o destino se encarregou de colocá-lo num dos piores lugares do mundo em termos de condições de sobrevivência. Nasceu, negro, pobre, cristão e etíope. Perdeu os irmãos, o pai, e por fim tinha acreditado que a própria mãe o tinha abandonado para viver nas mãos de brancos que testavam sua religiosidade, no caso o judaísmo, durante todo o tempo.
Sua mãe sabia o que estava fazendo ao entregar Sholomo a uma ‘segunda mãe’ para que ele tivesse alguma chance e sair daquele flagelo que assolava milhões na Etiópia. Essa ‘madrasta’, que o levou embora, era da tribo dos Falashas, judeus etíopes que são da linhagem da Rainha de Sabá e, conseqüentemente, tinham lugar garantido em Israel. E foi justamente nas mãos dos judeus, que têm toda um histórico de perseguição, que ele aprendeu o que é o preconceito.
Nesta segunda etapa de sua vida acontece o que ele menos esperava, sua segunda mãe morre, Sholomo fica a deriva e desprotegido numa terra desconhecida, onde agentes do governo israelense caçam falsos Falashas que se infiltram entre os verdadeiros para fugirem da fome que castigava a Etiópia. Ele conhece uma terceira mãe ao ser adotado, conhece também o que é ser diferente, o que é ser negro numa terra de maioria branca. Numa das cenas mais bonitas do filme, sua mãe israelense beija e lambe seu rosto para mostrar a outras pessoas que seu filho não era doente, e sim diferente.
O diretor Radu Mihaileanu demosntra uma grande sensibilidade ao enfocar a busca pela identidade. Talvez Radu tenha se inspirado na própria vida. O diretor saiu quando pequeno da Romênia para morar com seu tio na França. Além dessa busca do Eu, o filme capta os contextos daquela região do globo onde, apenas o fato de admirar um Deus com outro nome, é capaz de causar atritos que muitas vezes acabam em conflito bélico.
E é nesse contexto que Sholomo, já adulto, entra para o exército israelense como médico. Numa das cenas finais Sholomo é questionado por seu superior ao atender uma criança palestina que estava ferida, e que sua função ali era cuidar apenas dos soldados israelenses. “Entende?”, pergunta o seu superior ao final da conversa, mas Sholomo não entende o mundo pelo ângulo da diferença. Ninguém consegue entender até hoje. E a frase de Jesus no começo do texto sobre perdoar o próximo, mesmo quando esses afetam os interesses individuais e coletivos, fica sem sentido num mundo rancoroso e cheio de preconceitos.
Ao final da sessão teremos debate, e serão servidos bebidas e snacks.
NÃO PERCAM!!!

quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Frente 3 de Fevereiro
Uma das apresentações do grupo. Não há informações da autoria da foto.
A Frente 3 de Fevereiro é um grupo transdisciplinar de pesquisa e ação direta acerca do racismo na sociedade brasileira. Sua abordagem cria novas leituras e coloca em contexto dados que chegam à população de maneira fragmentada através dos meios de comunicação. As ações diretas criam novas formas de manifestação acerca de questões raciais.
Para pensar e agir em uma realidade em constante transformação, permeada por tranformações culturais de diversas escalas e sentidos, se fazem necessárias novas estratégias. A Frente 3 de Fevereiro associa o legado artístico de gerações que pensaram maneiras de interagir com o espaço urbano à histórica luta e resistência da cultura afro-brasileira.
domingo, 20 de setembro de 2009
Judeus fazem celebração do ano 5.770
Quando aparecer a primeira estrela de hoje, cerca de 110 mil judeus de todo país comemorarão a chegada do ano 5.770. Como o calendário judaico é lunar, o anoitecer marca o início de Rosh Hashaná, “cabeça do ano” em hebraico. O Ano Novo no judaísmo celebra a criação do homem e é seguido pela data mais importante da religião: o Iom Kipur, ou Dia do Perdão.
As famílias se reúnem no jantar e ingerem alimentos simbólicos: a maçã com mel carrega o desejo de um ano doce, a chalá (pronuncia-se ralá) – um pão em formato espiralado – representa a continuidade e o anseio de um ano sem conflitos. A romã é um pedido que os méritos sejam numerosos como suas sementes. Também come-se peixe, que sempre nada para frente. Outra tradição é evitar temperos amargos, para que a amargura não se reflita no ano.
Nas sinagogas, as orações incluem o toque do Shofar, instrumento feito de chifre de carneiro. Rosh Hashaná marca o início dos “Dez dias de Arrependimento”, que se encerram com Iom Kipur, data mais sagrada do calendário judaico.
– Esperamos que 5.770 traga mais paz, mais democracia e mais justiça social ao nosso planeta – afirmou Claudio Lottenberg, presidente da Confederação Israelita do Brasil.
Fonte: Diário Catarinense
As famílias se reúnem no jantar e ingerem alimentos simbólicos: a maçã com mel carrega o desejo de um ano doce, a chalá (pronuncia-se ralá) – um pão em formato espiralado – representa a continuidade e o anseio de um ano sem conflitos. A romã é um pedido que os méritos sejam numerosos como suas sementes. Também come-se peixe, que sempre nada para frente. Outra tradição é evitar temperos amargos, para que a amargura não se reflita no ano.
Nas sinagogas, as orações incluem o toque do Shofar, instrumento feito de chifre de carneiro. Rosh Hashaná marca o início dos “Dez dias de Arrependimento”, que se encerram com Iom Kipur, data mais sagrada do calendário judaico.
– Esperamos que 5.770 traga mais paz, mais democracia e mais justiça social ao nosso planeta – afirmou Claudio Lottenberg, presidente da Confederação Israelita do Brasil.
Fonte: Diário Catarinense
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Causa Palestina
O Comitê Catarinense de Solidariedade ao Povo Palestino convida você e seus amigos para o debate sobre a Causa Palestina!
Dia: 16 de setembro de 2009 - quarta-feira
Debate: Palestina hoje - relato da viagem de Khader Othman a Palestina com exposição de fotos!!
Hora: 19 horas
Local: Auditório do Sindicato dos Bancários - Rua Visconde de Ouro Preto, 308, Centro - Flrorianópolis.
Informações: comitepalestinasc@yahoo.com.br
Dia: 16 de setembro de 2009 - quarta-feira
Debate: Palestina hoje - relato da viagem de Khader Othman a Palestina com exposição de fotos!!
Hora: 19 horas
Local: Auditório do Sindicato dos Bancários - Rua Visconde de Ouro Preto, 308, Centro - Flrorianópolis.
Informações: comitepalestinasc@yahoo.com.br
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Criação da Coordenadoria da Igualdade Racial em Criciúma
Criciúma está criando sua Coordenadoria da Igualdade Racial com o nome de Coordenadoria da Promoção Igualdade Racial do Município de Criciúma - Copirc.
A sanção do projeto de lei complementar que criou a Copirc será neste sábado, 12, às 11h, no Salão Ouro Negro da Prefeitura.
A coordenadora municipal da Igualdade Racial de Florianópolis, Dra. Marta Holanda Lobo, estará presente para acompanhar a criação desta que é a 3ª Coordenadoria de SC. A primeira foi em Itajaí (Coepir) e a segunda em Florianópolis. O ministro Edson Santos, da Secretaria da Igualdade Racial - Seppir, também estará presente.
Mais informações aqui.
A sanção do projeto de lei complementar que criou a Copirc será neste sábado, 12, às 11h, no Salão Ouro Negro da Prefeitura.
A coordenadora municipal da Igualdade Racial de Florianópolis, Dra. Marta Holanda Lobo, estará presente para acompanhar a criação desta que é a 3ª Coordenadoria de SC. A primeira foi em Itajaí (Coepir) e a segunda em Florianópolis. O ministro Edson Santos, da Secretaria da Igualdade Racial - Seppir, também estará presente.
Mais informações aqui.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Troféu Estrela D'Oya
Você é nosso convidado para a
ENTREGA DO TROFÉU ESTRELA D'OYA
Dia 12 de setembro, a partir das 16h
AMÉRICA FUTEBOL CLUBE
Rua Campos Sales, 118 – Tijuca/RJ
O Troféu Estrela D'Oya está na sua quarta edição. Dessa vez unirá representantes dos povos afro e cigano num grande momento de confraternização artística e cultural. A estrela Zezé Mota é uma das homenageadas, ao lado de religiosos, artistas e trabalhadores sociais pelo simples fato de se identificarem na importância que tem para com a sociedade.
O show afro cigano fica por conta de Mio Vacine, Suelem Mendonça, José Roberto, Mestre Cotoquinho, Carlos Mutala, Wandercy Ricardo, Carlos Pirelli, Deni, José Roberto, Márcio Barra Vento, Shayra Sayaad, Yara Pontes e Divorá Dara e Arilze
ENTREGA DO TROFÉU ESTRELA D'OYA
Dia 12 de setembro, a partir das 16h
AMÉRICA FUTEBOL CLUBE
Rua Campos Sales, 118 – Tijuca/RJ
O Troféu Estrela D'Oya está na sua quarta edição. Dessa vez unirá representantes dos povos afro e cigano num grande momento de confraternização artística e cultural. A estrela Zezé Mota é uma das homenageadas, ao lado de religiosos, artistas e trabalhadores sociais pelo simples fato de se identificarem na importância que tem para com a sociedade.
O show afro cigano fica por conta de Mio Vacine, Suelem Mendonça, José Roberto, Mestre Cotoquinho, Carlos Mutala, Wandercy Ricardo, Carlos Pirelli, Deni, José Roberto, Márcio Barra Vento, Shayra Sayaad, Yara Pontes e Divorá Dara e Arilze
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
A efetivação dos direitos dos povos indígenas
Por Luis Emmanuel Barbosa da Cunha
Advogado do Programa dhINTERNACIONALdo GAJOP
O relatório de visita ao Brasil do Relator Especial da ONU sobre a situação dos direitos humanos e liberdades fundamentais dos Povos Indígenas foi apresentado na 12ª sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU. O documento traz várias recomendações e uma muito especial cai como uma luva no reforço da luta do Povo Xukuru.
O Relator pôde perceber o quanto é grave a situação dos povos indígenas no Brasil. Ele está preocupado especialmente com os problemas de ocupação de terras indígenas por não índios, com o processo de criminalização dos defensores dos direitos dos povos indígenas e com a ausência de indígenas nos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário em todos os níveis.
Ademais, quando um comandante do Exército declarou que a demarcação contínua da reserva Raposa Serra do Sol traria um grande problema para a defesa da soberania brasileira, isso explica a crise de representatividade observada pelo Relator Especial da ONU. Infelizmente, o indígena no Brasil não tem presença no núcleo político-econômico, ao contrário, é feito permanecer na “periferia” dos acontecimentos e visto como artesão de hábitos “exóticos”.
O exercício de fato dos direitos pelos indígenas é praticamente inexistente. Não há acesso à educação formal básica e superior, à saúde, à terra de seus ancestrais, à Justiça, à segurança pessoal e comunitária, ao exercício livre e não estigmatizado de sua cultura. A justiça quando chega não é aquela Justiça equitativa que equilibra as relações e mantém a paz, na verdade, é a justiça do Judiciário com toda sua truculência, com sua força policial, com suas prisões.
Diante desse quadro, o Relator Especial apontou algumas ações capazes, segundo seu ponto de vista, de melhorar as práticas das autoridades brasileiras com relação aos direitos dos povos indígenas no Brasil. As recomendações internacionais são um instrumento a mais de promoção e de proteção dos direitos humanos. Não se trata de um mero conselho que pode ser acatado ou não pelo Estado brasileiro e tudo segue como se nada houvesse acontecido. Um Relator Especial faz recomendações ao Estado quando ele tem informações seguras sobre a ocorrência de violações aos direitos humanos. O fato dessas violações acontecerem significa que o Brasil tem descumprido os compromissos internacionais, pior ainda, isso significa que o Brasil tem negado sistematicamente direitos fundamentais dos indígenas. Quanto aos direitos fundamentais, o Estado não escolhe qual, quando e se vai cumprir, tem de cumprir.
No caso dos povos indígenas há de fato uma série de violações aos direitos dos indígenas, praticados, principalmente, por autoridades do Estado. Isso faz ver a vulnerabilidade social dos indígenas. Dentre as vinte e três recomendações feitas pelo Relator Especial, a recomendação do parágrafo 92 se destaca.
As autoridades responsáveis pelo cumprimento da lei devem evitar processar indígenas por supostos atos criminosos quando esses atos são, na verdade, parte de atos legítimos de protesto, por exemplo, a recuperação de terras indígenas, e quaisquer processos criminais baseados nesses atos ou em atos relacionados a eles devem ser revistos (tradução livre).
Quando se lê essa recomendação, impossível não se lembrar do mais recente ato lançado contra a luta do Povo Xukuru pelo reconhecimento de suas terras e de sua cultura. O avanço da justiça criminal sobre os xukurus demonstra o quanto o Judiciário não está atento ou não se faz atentar para todas as circunstâncias do pleito xukuru em vista da posse das terras de seus ancestrais, conforme permite a Constituição Federal de 1988.
A luta xukuru pela posse de suas terras tradicionais é de toda legítima. A busca por essa efetivação não pode e não deve ser abafada pelo juízo criminal. Ninguém serve a dois mestres simultaneamente. Se o direito penal moderno e o processual penal estão limitados pelo princípio da dignidade humana, logo o uso deles a fim de violar direitos fundamentais, como observou o Relator Especial, é realmente errôneo e deve ser revisto.
Resta, portanto, manter a marcha em vista do reconhecimento de fato dos direitos indígenas. A condição do indígena como ator político e sujeito de direitos não será dada sem perseverança. Agora, a luta conta com mais vinte e três instrumentos de pressão.
www.gajop.org.br
Advogado do Programa dhINTERNACIONALdo GAJOP
O relatório de visita ao Brasil do Relator Especial da ONU sobre a situação dos direitos humanos e liberdades fundamentais dos Povos Indígenas foi apresentado na 12ª sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU. O documento traz várias recomendações e uma muito especial cai como uma luva no reforço da luta do Povo Xukuru.
O Relator pôde perceber o quanto é grave a situação dos povos indígenas no Brasil. Ele está preocupado especialmente com os problemas de ocupação de terras indígenas por não índios, com o processo de criminalização dos defensores dos direitos dos povos indígenas e com a ausência de indígenas nos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário em todos os níveis.
Ademais, quando um comandante do Exército declarou que a demarcação contínua da reserva Raposa Serra do Sol traria um grande problema para a defesa da soberania brasileira, isso explica a crise de representatividade observada pelo Relator Especial da ONU. Infelizmente, o indígena no Brasil não tem presença no núcleo político-econômico, ao contrário, é feito permanecer na “periferia” dos acontecimentos e visto como artesão de hábitos “exóticos”.
O exercício de fato dos direitos pelos indígenas é praticamente inexistente. Não há acesso à educação formal básica e superior, à saúde, à terra de seus ancestrais, à Justiça, à segurança pessoal e comunitária, ao exercício livre e não estigmatizado de sua cultura. A justiça quando chega não é aquela Justiça equitativa que equilibra as relações e mantém a paz, na verdade, é a justiça do Judiciário com toda sua truculência, com sua força policial, com suas prisões.
Diante desse quadro, o Relator Especial apontou algumas ações capazes, segundo seu ponto de vista, de melhorar as práticas das autoridades brasileiras com relação aos direitos dos povos indígenas no Brasil. As recomendações internacionais são um instrumento a mais de promoção e de proteção dos direitos humanos. Não se trata de um mero conselho que pode ser acatado ou não pelo Estado brasileiro e tudo segue como se nada houvesse acontecido. Um Relator Especial faz recomendações ao Estado quando ele tem informações seguras sobre a ocorrência de violações aos direitos humanos. O fato dessas violações acontecerem significa que o Brasil tem descumprido os compromissos internacionais, pior ainda, isso significa que o Brasil tem negado sistematicamente direitos fundamentais dos indígenas. Quanto aos direitos fundamentais, o Estado não escolhe qual, quando e se vai cumprir, tem de cumprir.
No caso dos povos indígenas há de fato uma série de violações aos direitos dos indígenas, praticados, principalmente, por autoridades do Estado. Isso faz ver a vulnerabilidade social dos indígenas. Dentre as vinte e três recomendações feitas pelo Relator Especial, a recomendação do parágrafo 92 se destaca.
As autoridades responsáveis pelo cumprimento da lei devem evitar processar indígenas por supostos atos criminosos quando esses atos são, na verdade, parte de atos legítimos de protesto, por exemplo, a recuperação de terras indígenas, e quaisquer processos criminais baseados nesses atos ou em atos relacionados a eles devem ser revistos (tradução livre).
Quando se lê essa recomendação, impossível não se lembrar do mais recente ato lançado contra a luta do Povo Xukuru pelo reconhecimento de suas terras e de sua cultura. O avanço da justiça criminal sobre os xukurus demonstra o quanto o Judiciário não está atento ou não se faz atentar para todas as circunstâncias do pleito xukuru em vista da posse das terras de seus ancestrais, conforme permite a Constituição Federal de 1988.
A luta xukuru pela posse de suas terras tradicionais é de toda legítima. A busca por essa efetivação não pode e não deve ser abafada pelo juízo criminal. Ninguém serve a dois mestres simultaneamente. Se o direito penal moderno e o processual penal estão limitados pelo princípio da dignidade humana, logo o uso deles a fim de violar direitos fundamentais, como observou o Relator Especial, é realmente errôneo e deve ser revisto.
Resta, portanto, manter a marcha em vista do reconhecimento de fato dos direitos indígenas. A condição do indígena como ator político e sujeito de direitos não será dada sem perseverança. Agora, a luta conta com mais vinte e três instrumentos de pressão.
www.gajop.org.br
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Ciganos
Audiência pública realizada na Assembleia Legislativa que discutiu algumas reivindicações de um grupo de ciganos, como uma representação no Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial - Compir e um espaço para abrigar algumas famílias, por cerca de 3 meses.
As solicitações estão sendo providenciadas, intermediadas pela Coppir.





Não há informação de autoria das fotos.
As solicitações estão sendo providenciadas, intermediadas pela Coppir.
Não há informação de autoria das fotos.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Instituto África Viva
Prezados amigos,
O Instituto África Viva continua em plena atividade, com muita luta e alegria pela chegada de Bangaly Konatê, irmão de Fanta Konatê , para integrar a Troupe Djembedon.
Realizamos: Shows de Dança e Percussão Africana, Cursos, Workshops, Palestras, Jantares Africanos, venda de Roupas, Instrumentos e Alimentos, Mostra de Vídeos, Roda de Tambores, Biomúsica (musicoterapia) em Empresas e Vivências Sensoriais com a temática Africana direcionada à qualidade de vida.
EM DESTAQUE:
1- PONTOS DE CULTURA (SP)
Estamos nos inscrevendo no Edital de Pontos de Cultura, onde estaremos propondo :
“PALESTRAS MULTIMÍDIA ITINERANTES SOBRE A GUINÉ E O BRASIL” abordando:
-A História do MANDÉN - Conhecido como IMPÉRIO DE MALI OU IMPÉRIO MANDINGA, unificado por SUNDJATA KEITA em 1235 na África Oeste (Guiné, Mali, Senegal, Gâmbia, Bissau, Costa do Marfim, Burkina Faso, Serra Leoa)
-A ARTE MANDÉN – A terra ORIGINAL dos GRIÔS, do tambor DJEMBÊ, os ritmos e danças dos HOMENS FORTES – DUNUMBÁ
-Independência da Guiné e Heranças Mandingas no Brasil.
SOLICITAMOS às Instituições de ensino, ONGS, Escolas de Samba, Associações e Órgãos Governamentais que tenham interesse em realizar esta palestra para nos contactar, enviando a Razão Social e Área de atuação, Público atendido, Quantidade de participantes, endereço e CNPJ para o email: palestradoinstitutoafricaviva@gmail.com
Dependeremos da aprovação no Edital para a execução gratuita dessas palestras em 2010.
Para aqueles que desejam contratar para 2009, o valor da contribuição é de 400 reais (em SP).
2 – CURSOS NO INSTITUTO ÁFRICA VIVA
(contatem previamente para confirmar presença)
DANÇAS DA GUINÉ com FANTA KONATÊ - Quartas 20h30
DJEMBÊ E DUNUNS INICIANTE com LUIS KINUGAWA – Quartas 19h
DJEMBÊ E DUNUNS AVANÇADO com BANGALY KONATÊ - Segundas 19h
VIVÊNCIAS DE BIOMÚSICA – Roda de Tambores para qualidade de vida – terças 20h
3 - CONTRATE O NOVO SHOW MULTIMÍDIA DE DANÇAS E PERCUSSÃO AFRICANA com FANTA KONATÊ E TROUPE DJEMBEDON – Poucas datas disponíveis em NOVEMBRO. Solicitem nosso Release no email: fantakonate@gmail.com
4 – ASSOCIE-SE AO INSTITUTO ÁFRICA VIVA e ganhe descontos em shows, eventos e materiais , consciente de que estará viabilizando a existência e sustentabilidade de nossos trabalhos. Informe-se pelo email: institutoafricaviva@gmail.com
5 – FAÇA SUA DOAÇÃO para a instalação do IAV na Guiné (obras em andamento) CENTRO DE DESENVOLVIMENTO SÓCIO AMBIENTAL - Cultura, Turismo, Desenvolvimento Humano, Primeiros Socorros, Educação e Permacultura.
BANCO ITAÚ
INSTITUTO ÁFRICA VIVA
AG 0300
Conta 25709-4
6 – VIAJE CONOSCO à GUINÉ CONAKRY realizando oficinas de dança e percussão, assistindo a shows e balés e visitando a aldeia natal da família de Famoudou Konate.
http://www.fantakonate.com/wp/viagem/hamana/ (fotos: Fanta Konatê)
Site: www.fantakonate.com e www.africaviva.org.br
Ouvir faixas do CD: www.myspace.com/fantakonate
Telefone: 11 3368-6049
Skype: djembedon1
Email: institutoafricaviva@gmail.com
MSN: institutoafricaviva@hotmail.com
Vídeos no youtube:
http://br.youtube.com/watch?v=BWWpgMiaSUA (NOVO - Krin 2009)
http://www.youtube.com/watch?v=8R7ZvXNuATo (NOVO - Virada Paulista 2009)
http://www.youtube.com/watch?v=qYIHoldhJD8 (NOVO - Workshop Forró da Lua Cheia)
http://www.youtube.com/watch?v=sP4eqiwvzMU (NOVO - final do Workshop Forró da Lua Cheia)
http://www.youtube.com/watch?v=l2T1oKqyGZ0 (2008 Tour)
http://www.youtube.com/watch?v=9xZphipb6M4 (Festival de Brasília)
http://www.youtube.com/watch?v=j6kcv4NG1Qw (Petit Mamady no Brasil)
http://br.youtube.com/watch?v=cCa1ep-xC3U (Iniciação de Petit Mamady)
http://www.youtube.com/watch?v=N81t6F07568 (Fanta Canta para os Quilombolas Kalungas)
http://www.youtube.com/watch?v=LftVba-O4SE (com Orquestra Tom Jobim)
http://www.youtube.com/watch?v=ezEzXZ0SOxY (com Rita Ribeiro no show de Simone Sou)
http://www.youtube.com/watch?v=M7cO-9JWHwo (com Meninos do Morumbi)
http://br.youtube.com/watch?v=_KNBV78OI64 (com Rita Ribeiro no show de Simone Sou 2)
Vídeos da Biomusica (Trabalho Humanitário com Tambores)
http://www.youtube.com/watch?v=YNDSAHhHsnI (África)
http://www.youtube.com/watch?v=FJFHdT8aAxE (Brasil)
O Instituto África Viva continua em plena atividade, com muita luta e alegria pela chegada de Bangaly Konatê, irmão de Fanta Konatê , para integrar a Troupe Djembedon.
Realizamos: Shows de Dança e Percussão Africana, Cursos, Workshops, Palestras, Jantares Africanos, venda de Roupas, Instrumentos e Alimentos, Mostra de Vídeos, Roda de Tambores, Biomúsica (musicoterapia) em Empresas e Vivências Sensoriais com a temática Africana direcionada à qualidade de vida.
EM DESTAQUE:
1- PONTOS DE CULTURA (SP)
Estamos nos inscrevendo no Edital de Pontos de Cultura, onde estaremos propondo :
“PALESTRAS MULTIMÍDIA ITINERANTES SOBRE A GUINÉ E O BRASIL” abordando:
-A História do MANDÉN - Conhecido como IMPÉRIO DE MALI OU IMPÉRIO MANDINGA, unificado por SUNDJATA KEITA em 1235 na África Oeste (Guiné, Mali, Senegal, Gâmbia, Bissau, Costa do Marfim, Burkina Faso, Serra Leoa)
-A ARTE MANDÉN – A terra ORIGINAL dos GRIÔS, do tambor DJEMBÊ, os ritmos e danças dos HOMENS FORTES – DUNUMBÁ
-Independência da Guiné e Heranças Mandingas no Brasil.
SOLICITAMOS às Instituições de ensino, ONGS, Escolas de Samba, Associações e Órgãos Governamentais que tenham interesse em realizar esta palestra para nos contactar, enviando a Razão Social e Área de atuação, Público atendido, Quantidade de participantes, endereço e CNPJ para o email: palestradoinstitutoafricaviva@gmail.com
Dependeremos da aprovação no Edital para a execução gratuita dessas palestras em 2010.
Para aqueles que desejam contratar para 2009, o valor da contribuição é de 400 reais (em SP).
2 – CURSOS NO INSTITUTO ÁFRICA VIVA
(contatem previamente para confirmar presença)
DANÇAS DA GUINÉ com FANTA KONATÊ - Quartas 20h30
DJEMBÊ E DUNUNS INICIANTE com LUIS KINUGAWA – Quartas 19h
DJEMBÊ E DUNUNS AVANÇADO com BANGALY KONATÊ - Segundas 19h
VIVÊNCIAS DE BIOMÚSICA – Roda de Tambores para qualidade de vida – terças 20h
3 - CONTRATE O NOVO SHOW MULTIMÍDIA DE DANÇAS E PERCUSSÃO AFRICANA com FANTA KONATÊ E TROUPE DJEMBEDON – Poucas datas disponíveis em NOVEMBRO. Solicitem nosso Release no email: fantakonate@gmail.com
4 – ASSOCIE-SE AO INSTITUTO ÁFRICA VIVA e ganhe descontos em shows, eventos e materiais , consciente de que estará viabilizando a existência e sustentabilidade de nossos trabalhos. Informe-se pelo email: institutoafricaviva@gmail.com
5 – FAÇA SUA DOAÇÃO para a instalação do IAV na Guiné (obras em andamento) CENTRO DE DESENVOLVIMENTO SÓCIO AMBIENTAL - Cultura, Turismo, Desenvolvimento Humano, Primeiros Socorros, Educação e Permacultura.
BANCO ITAÚ
INSTITUTO ÁFRICA VIVA
AG 0300
Conta 25709-4
6 – VIAJE CONOSCO à GUINÉ CONAKRY realizando oficinas de dança e percussão, assistindo a shows e balés e visitando a aldeia natal da família de Famoudou Konate.
http://www.fantakonate.com/wp/viagem/hamana/ (fotos: Fanta Konatê)
Site: www.fantakonate.com e www.africaviva.org.br
Ouvir faixas do CD: www.myspace.com/fantakonate
Telefone: 11 3368-6049
Skype: djembedon1
Email: institutoafricaviva@gmail.com
MSN: institutoafricaviva@hotmail.com
Vídeos no youtube:
http://br.youtube.com/watch?v=BWWpgMiaSUA (NOVO - Krin 2009)
http://www.youtube.com/watch?v=8R7ZvXNuATo (NOVO - Virada Paulista 2009)
http://www.youtube.com/watch?v=qYIHoldhJD8 (NOVO - Workshop Forró da Lua Cheia)
http://www.youtube.com/watch?v=sP4eqiwvzMU (NOVO - final do Workshop Forró da Lua Cheia)
http://www.youtube.com/watch?v=l2T1oKqyGZ0 (2008 Tour)
http://www.youtube.com/watch?v=9xZphipb6M4 (Festival de Brasília)
http://www.youtube.com/watch?v=j6kcv4NG1Qw (Petit Mamady no Brasil)
http://br.youtube.com/watch?v=cCa1ep-xC3U (Iniciação de Petit Mamady)
http://www.youtube.com/watch?v=N81t6F07568 (Fanta Canta para os Quilombolas Kalungas)
http://www.youtube.com/watch?v=LftVba-O4SE (com Orquestra Tom Jobim)
http://www.youtube.com/watch?v=ezEzXZ0SOxY (com Rita Ribeiro no show de Simone Sou)
http://www.youtube.com/watch?v=M7cO-9JWHwo (com Meninos do Morumbi)
http://br.youtube.com/watch?v=_KNBV78OI64 (com Rita Ribeiro no show de Simone Sou 2)
Vídeos da Biomusica (Trabalho Humanitário com Tambores)
http://www.youtube.com/watch?v=YNDSAHhHsnI (África)
http://www.youtube.com/watch?v=FJFHdT8aAxE (Brasil)
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Comemorando a diversidade
Vinte e um anos após sua criação, a Fundação Cultural Palmares festeja a valorização da cultura afro-brasileira
Começa nesta segunda-feira, dia 17/08, a comemoração do 21º aniversário da Fundação Cultural Palmares. Neste primeiro dia, o congraçamento se dará na sessão solene, que reunirá no auditório da sede da Fundação (Brasília), funcionários, convidados e autoridades.A seguir, a abertura da exposição Negrice Cristal, do fotógrafo Januário Garcia. Segundo suas palavras, “sob o olhar ideológico, somos desiguais, mas o olhar cultural nos torna igual. Essa contradição nos persegue desde o período da escravidão. Os africanos, que aqui chegaram na condição de escravizados, eram considerados “coisas” e desprovidos de humanidade. A “humanidade” do escravo só era reconhecida, quando ele cometia crimes, porque era julgado pelos tribunais, como qualquer cidadão. No meu trabalho, apresento e realço “esse negro jeito de ser”, presente nos africanos e em seus descendentes. Procuro, através do meu olhar fotográfico, mostrar que nós, negros, temos maneiras de representar, simbolicamente e de forma original, os usos e costumes, valores materiais e imateriais, sem passar pelas desqualificações impostas pelo conceito do “exótico e do “primitivo”, mesmo vivendo dentro dos padrões ideológicos e culturais ocidentais, que discriminam o que chamariam de “o nosso jeito de ser”.
A próxima atração fica por conta dos integrantes do Jongo da Serrinha e do grupo Benkos Kusuto de la comunidad del Palenque de Basílio, da Colômbia, a partir das 18h, em frente à sede da Fundação Palmares.
O Jongo da Serrinha é um dos mais expressivos grupos de cultura popular do país. O Jongo é uma mistura de dança e música de origem africana e que influenciou diversas tradições brasileiras, em especial, o samba carioca.
O Jongo da Serrinha já tem 40 anos de história. O grupo de Madureira, Rio de Janeiro, foi fundado por Mestre Darcy e sua mãe, Vovó Maria Joana Rezadeira que, preocupados com a extinção do jongo na cidade, transformaram a antiga dança praticada nos quintais da Serrinha num belo espetáculo.
O grupo Benkos Kusuto é formado por quatro dos músicos mais destacados e reconhecidos percussionistas da comunidade de Palenque de São Basílio, na Colômbia, que vem especialmente para as comemorações do aniversário da Fundação Cultural Palmares, com o apoio e patrocínio da ACUA - Programa Regional de Apoio às populações Rurais de Ascendência Africana da América Latina.
O grupo é formado por Eduin Valdez - portador da tradição musical da dinastia Valdez - reconhecida como a família musical de Palenque - além de ser um expoente das músicas e das danças folclóricas e integrante do grupo Sexteto Tabalá; Moraima Hernández - referência em danças folclóricas, coreógrafa e pesquisadora dos ritmos afro-colombianos, além de rezadeira, dirigente da religiosidade palenqueira e instrutora de música e dança da Escola Batata; Adreus Valdez Torres - coordenador do Festival de Tambores, membro do Sexteto Tabalá, instrutor de música e dança da Escola Batata, também é referência em danças folclóricas, coreógrafo e pesquisador dos ritmos do Palenque; João Salgado Julio - um dos mais reconhecidos e destacados jovens percussionistas da comunidade de San Basílio, interpreta com destreza todo o conjunto de tambores existentes em Palenque.
Neste mesmo dia têm início as oficinas de chula e de percussão. A oficina de chula será ministrada por Roberto Mendes, no auditório da FCP, nos dias 17 e 18, pela manhã e à tarde. A chula é um ritmo característico do Recôncavo Baiano, uma espécie de samba de roda, que se tornou mais conhecido no Brasil através de algumas gravações de Caetano Veloso e Bethânia. Roberto Mendes é considerado por muitos críticos como um dos maiores compositores e violonistas brasileiros surgidos nos últimos vinte anos.
A oficina de percussão será ministrada por Mário Pan, do dia 17 ao dia 20, no Galpão da Funarte (Eixo Monumental próximo à Torre de TV), das 9h às 12h e das 14h às 17h. Mário Pam, fundador do curso de percussão da Escola Band-Erê, banda mirim do Ylê Aiyê, ajuda a comandar os 150 percussionistas que fazem parte do Ilê que desfila durante o Carnaval de Salvador. Ministra aulas de percussão para diversos grupos na Europa e Estados Unidos, em universidades e escolas de música. Como percussionista e arranjador musical, já participou das gravações de diversos artistas: do Ilê Aiyê, do Teatro Vila Velha, da Igreja Rosário dos Pretos, da Banda Mel, de Virgínia Rodrigues, de Morais Moreira, de Simone Sampaio, de 100 Anos de Tropicália, da cantora Finlandesa Bjork e do Senegalês Cheikn Lô.
Confira o restante da programação:
18/08
18 às 20h - Mostra Cultural - Maracatu do baque solto - Pernambuco e "Entre dos mares: ensamble musical de Colombia, Ecuador y Panamá" – sede da FCP
19/08
18 às 20h -Mostra Cultural - Tambor de Crioula, Grupo Bahía Trio (Colômbia) e convidados – sede da FCP
20/08
9 às 18h - Encontro de Mestres de Capoeira (com a participação de mais de 100 mestres vindos de várias cidades do Brasil) - Auditório FCP
18 às 19h - Mostra Cultural - Roda de Capoeira - Mestre Cláudio(Maceió/AL) - sede da FCP
21/08
10h - Cortejo da Lavagem - Terreiro Ilê Ase Ode Onisegum - Pai Ribamar (com a participação da cantora Margareth Menezes) - sede da FCP
11h - Resultado da Oficina de Percussão - sede da FCP
12h - Degustação de Comida Afro-Brasileira - sede da FCP
13h - Mostra Cultural - Samba de Roda Suerdick - Bahia, Congada Contos do Congo - Minas Gerais - sede da FCP
22/08
9 às 12h - Oficina de Ritmos Afro del Caribe y el Pacífico - Galpão da Funarte
21h – TEATRO NACIONAL
Desfile de Moda - Estilista Rodnei, de Minas Gerais
Abertura: "Entre dos mares: ensamble musical de Colombia, Ecuador y Panamá"
Entrega do Troféu Palmares
Show Luis Melodia e Lazzo Matumbi
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Seminário Internacional África


O seminário internacional é um evento que está sendo realizado por estudantes africanos, brasileiros e alguns professores da UFSC.
Tem como grande objetivo chamar atenção das universidades, acadêmicos e todas outras instituições e cidadãos de Florianópolis, Santa Catarina quiça Brasil e o Mundo, no sentido de saberem que a partir da realização do Seminário, estará se constituindo o Núcleo de Estudos Africanos na UFSC, que terá como finalidade, por meio de pesquisa, apresentação de projetos em seminários, palestras, e eventos com assuntos relacionados principalmente com o continente Africano e também afro-brasileiros dentre outras:
1) Reafirmar a importância de se estudar África no Brasil, contando com presença ativa de estudantes africanos;
2) Contribuir na correção de equívocos e erros passados por vários meios de comunicação, escolas e não só sobre ensino da historia de África no Brasil;
3) Construir um símbolo que identifica a passagem de estudantes africanos em universidades brasileiras, etc.
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